Livro de Pedro Cagna - DROGAS! UM CAMINHO SEM VOLTA



Assunto: REF.: DROGAS! UM CAMINHO SEM VOLTA


Drogas! Um Caminho Sem Volta
Hoje o mundo inteiro luta contra o problema das drogas. O número de famílias atingidas é incalculável, Drogas, segundo a Organização Mundial da Saúde, são todas e quaisquer substâncias que alteram o comportamento do organismo humano. Elas causam dependências porque atuam nas áreas do cérebro onde controlam as emoções, as sensações de prazer e de dor. Algumas excitam o cérebro, outras deprimem, afetando a consciência e a inteligência, tornando as pessoas tristes e apáticas, escravizando sua própria vontade. O abuso de qualquer tipo de droga, desde o fumo até as consideradas mais pesadas, traz consequências trágicas. As drogas não têm classe social, nem cor. Na História da humanidade não houve guerra, catástrofe ou outro mal que tenha destruído e despersonalizado o homem mais do que as drogas nos dias atuais. O vício tem um alcance profundo na vida das pessoas; por isso a sociedade deve lutar contra esse mal, com prevenção e a recuperação da droga dependente.

Título        Drogas: Um Caminho Sem Volta
Idioma      Português
Assunto   Auto-Ajuda
Ano           2010
Tipo de capa BROCHURA
Páginas     114
Edição       1
ISBN          9788577185580
Editora      All Print


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Livro de Pedro Cagna - SUA ÚNICA RAZÃO DE VIVER e CRIME DIGITAL



SUA ÚNICA RAZÃO DE VIVER / D. Tracy (Pedro Cagna)
<  O livro Sua Única Razão de Viver do autor D. Tracy relata uma história que não deixa de ter um fundo de verdade. Um estampar da realidade nua e crua do que é capaz o ser humano ao resignar-se a abreviar a própria imaginação. Essa é a historia de Anselmo que, por amar demais Cecília, fez de sua breve existência ela como sua única razão de viver.



CRIME DIGITAL / D. Tracy e Vanderlei Matias Pereira
 Ainda existe muita gente que acredita num sistema de segurança que segue o princípio da chave debaixo do tapete, ou seja, se eu não contar para ninguém onde está a chave, a porta permanece trancada, o que é um grande equívoco. Ter apenas uma senha não protege. Existe um trio de softwares de segurança que você não pode deixar de ter: um firewall. Um programa antivirus é essencial. Ele mesmo procura as atualizações. Há antivirus gratuitos e confiáveis. E, finalmente, se você for um heavy user do e-mail, um anti-spam.



Livro de Pedro Cagna - Os Segredos da Amazonia


  
                                        LIVRO                TITULO:     Os segredos da Amazônia

Autor: Pedro Cagna
Assim, tudo começou...
A consolidação do domínio econômico e militar da América Latina, sempre foi uma das prioridades do governo dos EUA.

O objetivo é sempre o mesmo: assegurar o controle dos recursos naturais desses paises, procurando mantê-los cada vez mais dependentes economicamente, haja visto o crescente processo de militarização em alguns países do Hemisfério Sul.

Sobre o pretexto da necessidade de "dar combate" ao narcotráfico e, agora ao terrorismo, agentes federais norte-americanos, circulam por ai livremente, acreditando ser o bastante para justificar suas presenças.

A estratégia usada, além da forma de controle através do fornecimento de mecanismo, como o Sivam, inclui ainda, treinamento de militares latino americanos, visando criar um comando unificado para dar combate ao terrorismo na América Latina.

Uma das regiões prioritárias para atuação desse comando é a Tríplice Fronteira.

Ali, localiza-se o Aqüífero Guarani, considerado o maior reservatório de água doce do mundo.

No entanto, nunca se comprovou a existência de atividades terrorista naquela região.

O autor convida o leitor a reavaliar o conceito de soberania, viajando através dessa eletrizante aventura, sobre "OS SEGREDOS DA AMAZONIA".


D.TRACY / O Autor

ISBN: 85-7493-698-7
Número de páginas: 120
Formato: 14x21
Editora: Publit


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Texto de Ênio Toniolo - MITOS REPUBLICANOS


MITOS REPUBLICANOS



Nossa república se baseia em alguns mitos, que não resistem a uma análise, mesmo superficial.

1º mito: O povo está sempre ansioso para votar.
Se é assim, por que o voto é obrigatório?  Voto é direito, não dever. Do jeito que está, significa que o sujeito está preparado para escolher o dirigente máximo da nação, mas não para decidir se vai ou não depositar seu voto na urna! Nos Estados Unidos, onde vota quem quer, nas eleições de 1974, só metade dos eleitores compareceram (Folha de S. Paulo, 10-11-1974);  em 1978, 63% do eleitorado fugiu das urnas (Folha de S. Paulo, 19-11-1978). No primeiro turno numa das eleições presidenciais búlgaras, a participação dos eleitores foi inferior a 50% (Folha de Londrina,  23-10-2006). A revista Veja (nº 1971, p. 57, 30 ago 2006)  inquiriu por telefone dois mil brasileiros (agosto de 2006) e descobriu que, se o voto não fosse obrigatório, 57% não iriam votar. Nas eleições para o Parlamento Europeu, só compareceram 45,5% dos eleitores em 2004; em 2009, a porcentagem baixou para 43%.  (Folha de São Paulo, 08-06-2009, p. A-12)

2º mito: A república tem que se basear em partidos políticos.
Que partidos? Os que temos?  Estes grupinhos de aproveitadores, normalmente sem ideologia,  que aparecem,  desaparecem — e o povo nem nota?  O povão não participa deles, desconhece onde ficam as sedes — nem vai lá, porque não teria o que  fazer... No Paraná de 2012, apenas um em cada dez cidadãos filiou-se a um partido. (Ver: <http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&id=1256652&tit=Um-em-cada-dez-cidadaos-no-estado-sao-filiados-a-partidos-politicos>.) Em qualquer partido, é uma pequena cúpula que "fecha" em torno deste ou daquele nome. Pronto, acabou. O eleitor não é ouvido nem cheirado. Por exemplo, contam que o Collor hesitou, na hora de escolher o candidato a vice, entre dois nomes de Minas Gerais que arrastassem bastante voto:

Livro de Pedro Cagna - “Crack! Afaste essa pedra do seu caminho."

Caros Amigos Acadêmicos!

Tenho a honra de compartilhar o sucesso do meu livro “Crack! Afaste essa pedra do seu caminho.

Abraços,

Pedro Cagna,
Suprimento.
C
ARAMURU ALIMENTOS S.A.- Apucarana (PR)
(43) 3420-4822


PS: Em breve a resenha.

O ESCRITOR É TAMBÉM EXCRETOR

O ESCRITOR É TAMBÉM EXCRETOR
*CAVALCANTI, Afonso de Sousa" 

Resumo

Alguns pensadores afirmam que "Escrever é um dom"; "Escrever é vocação"; "Para escrever é preciso inspiração". Muitas pessoas procuram profissionais de renome para testar a qualidade de seus escritos. Possivelmente elas mesmas já podem ter a resposta, basta que elas se certifiquem do quanto lêem e do tempo que gastam pensando para definir e conceituar sobre o que escrevem. O presente estudo quer desenvolver hábitos para exorcizar os fantasmas do medo de não saber expressar seus pensamentos. Para tanto, o estudo analisa: a) ORLANDI, Eni Puccinelli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. S. Paulo: Brasiliense, 1983; b) TÁVOLA, Artur da. Jornal O GLOBO, de 28/02/1999; c) PERES, Marcolino Suely. Comunicação e expressão e literatura IV. INSEP, 2006.  Para eles, o professor precisa cultivar a compaixão pelos futuros escritores. Ensinam que "A inclusão do excluído, ou a inclusão do outro", precisa ser encarada com seriedade. Argumentar-se-á que: escrever com qualidade consiste em utilizar-se de definições e conceitos e produzir o texto. Depois, deixar o texto descansar. A pressa para revisar o texto deve ser deixada de lado. A correção do texto precisa ser implacável, sem dó, sem medo e ressentimento. Deve-se arrancar da antiga escrita o que não agrada por não especificar, discernir e facilitar a compreensão daquilo que está sendo dito. O tempo para corrigir não importa. Pode levar dias, meses, anos. Busca-se libertar para a ordem, a sensibilidade e o entendimento. O estudo conclui que: qualquer pessoa, não importa a profissão assumida ou a simples função que ocupa temporariamente, esta tem necessidade em dominar bem algumas boas formas de comunicação. Ao relacionar-se com os outros, passando-lhes suas mensagens escritas ou orais, é que o escritor percebe que ler e ler atentamente, é muito importante para falar e escrever. É no momento de colher resultados que o leitor e o excretor são o escritor. A presença de espírito, por ter a coragem de afastar os fantasmas - a preguiça de ler, a busca constante do aperfeiçoamento - fará surgir a humildade intelectual e abrirá a mente do escritor que soube excretar os negativos para a boa expressão, não importa por quais gêneros textuais e orais use. Palavras-chave: Escritor e excretor. Dom e conquista. Comunicação e resultado.

*MS em Filosofia e Dr em Educação, Administração e Comunicação, Professor de Filosofia, Sociologia e Política Educacional Brasileira na FAFIMAN.

  

1. Introdução
        Aprende-se que um profissional não nasce feito, apesar de que alguns pensadores defendam que o ser humano é portador de potencialidades inatas, na forma como ensinou Aristóteles. Este filósofo ensinava que algumas pessoas nascem com potencialidades diferenciadas, tais como: os dons para a música, a dança, a pintura, a escultura, o atletismo, o esporte etc. Alguns pensadores afirmam que: "Escrever é um dom"; "Escrever é vocação"; "Para escrever é preciso inspiração". Muitas pessoas procuram profissionais de renome para testar a qualidade de seus escritos. Possivelmente elas mesmas já podem ter a resposta: basta que elas se certifiquem do quanto leem e do tempo que gastam pensando para definir e conceituar sobre o que escrevem. Desta forma, o presente estudo quer dialogar a respeito de diversas questões sobre as atividades de quem escreve.
        Diversos são os questionamentos que surgem nas salas de aula e nos ambientes onde se dialoga a respeito do "fazer escritor". Em tais estudos podem ser questionados: o texto como produto e o texto como processo; o conhecimento dos professores que orientam os aprendizes para que desenvolvam a capacidade de pensar, de coordenar suas ideias e de elaborar um texto; o tempo necessário para a produção de um texto: da observação sobre a matéria, da abstração e da materialização das ideias que serão postas no papel; do tempo necessário para que o texto descanse e possa ser reescrito; a parceria entre aquele que extrai das fontes as ideias com aquele(s) que intermedeiam a escritura e reescritura dos textos.