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Crônicas de Thadeus Palka - QUEM É EFICIENTE E EFICAZ

QUEM É EFICIENTE E EFICAZ

(*) – Thadeus Palka
                        Buscando no dicionário as palavras eficiência e eficácia verifica-se que tem o mesmo sentido, ou seja, ação, força, qualidade ou propriedades de produzir um efeito, porém, no sentido administrativo diferenciam o comportamento das pessoas.
                        Assim, o eficiente faz o trabalho bem feito e o eficaz, por seu turno, faz o trabalho que precisa ser feito e bem feito.
                        Assim, melhor explicando, o eficiente é aquele que cumpre o que é determinado pelas normas da empresa e o eficaz executa tudo o que foi determinado pelo chefe e mais alguma coisa porque não perde tempo com minúcias, costuma chegar antes do início e o último a deixar o trabalho, colabora com os colegas, disposto para qualquer emergência e com espírito de colaboração, enfim, entrega-se ao trabalho vestindo a “camisa da empresa” com desprendimento para qualquer situação que possa surgir no trabalho.
                        Observar a conduta de cada um e tirar as conclusões. O eficiente trabalha, trabalha e por cargas d’água não sobe na vida, é o eterno insatisfeito e sempre reclamando da vida, embora, às vezes, tendo o que tudo precisa, e o eficaz é um vencedor no trabalho pelo modo que atua no ambiente do trabalho sempre alegre e disposto para tudo.
                        Conta-se que nos EE.UU. e há muitos anos, quem comprasse uma geladeira nova guardava a antiga no fundo do quintal ou em algum cômodo da casa, no entanto, esse eletrodoméstico tinha uma trava ou trinco que se fechava por fora, acontece que muitas crianças morriam asfixiadas porque se escondiam dentro dela nas suas brincadeiras e por estarem em seu interior não conseguiam abri-la. Foi um verdadeiro caos familiar. Então os fabricantes preocupados com essa lamentável situação foram em busca de soluções com campanhas elucidativas para frear essa fatalidade. Foram elaborados planos de toda ordem para resolver a situação preocupante com campanhas elucidativas a nível nacional com inversão de altos gastos financeiros. Quando tudo estava pronto para sua implantação, com instrutores já devidamente capacitados e a data marcada para sua divulgação, eis que, surge um funcionário dizendo que nada disso era preciso fazer, porque com a colocação de um imã na porta estaria solucionado o problema do trinco ou da trava, eis que com um simples empurrão de quem lá estivesse preso abrir-se-ia a porta sem qualquer entrave. Ótima idéia aprovada com unanimidade e com aplausos.
                        Com esse simples exemplo, deve-se entender toda e qualquer idéia por mais simples que seja e de quem quer que seja o administrador deve estar atento a tudo que pode acontecer dentro do ambiente de trabalho, porque a idéia por mais absurda que seja ela não pode ser deixada de lado e sempre procurar ouvir seus comandados pelo que possam oferecer de bom para o bom funcionamento da empresa.
(*) – Advogado e ex-professor da FECEA-Apucarana (PR).

Crônicas de Thadeus Palka - DESCASCANDO O ABACAXI


DESCASCANDO O ABACAXI
(*) – Thadeus Palka
                        Mais uma greve instala-se na região, agora, dos bancários que reivindicam melhores salários e condições de vida; que tenham sucesso nas suas reivindicações; não é motivo desta crônica.
                        No entanto, vai se considerar nos outros tempos em que não existiam entidades de classe, então o empregado por sua conta procurava seu patrão e solicitava o aumento salarial.
                        Isso aconteceu com o Sinfrônio funcionário dedicadíssimo, cumpridor de suas obrigações e com mais de 20 anos de casa.
                        Criou coragem, era preciso ter esse ímpeto, e foi falar com o seu patrão que era compreensivo e atencioso, e reivindicou aumento de salário, quando também ponderou que seu amigo Justianiano tendo menos tempo de casa e já estava ganhando um salário superior ao seu.
                        Após ouvi-lo atentamente disse-lhe: “Foi bom você ter vindo, porque preciso resolver um problema na empresa e disse-lhe ali na esquina tem uma mercearia e verifique se tem abacaxi”.
                        Assim que se retirou para cumprir a missão e já estava de volta com a informação e entre ele e o patrão seguiu o diálogo:
                        “E aí, Sinfrônio? Perguntou o patrão. Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi. E quanto custa? Não sei não... Muito bem, Sinfrônio. Sente-se ali naquela cadeira e aguarde um pouco”.
                         O patrão pegou o telefone e mandou chamar Aristóteles. Deu a ele a mesma tarefa e orientação que dera ao Sinfrônio.
                        Em oito minutos, o Aristóteles voltou. “E então indagou o patrão. Respondeu, ele tem abacaxi, sim. Em quantidade suficiente para todo o pessoal. E se o senhor preferir tem também laranja, banana, melão, mamão, maçã, tangerina e outras frutas mais. O abacaxi está sendo vendido por R$ 3,50 cada, banana, mamão, melão, por R$ 4,00 o quilo, maçã argentina por R$ 5,00 o quilo, a tangerina por R$ 3,00 o quilo. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade elec oncederia um desconto de 15%. Deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo a compra, explicou Aristóteles.”
                        Voltou-se o patrão ao Sinfrônio e perguntou o que você mesmo me disse?
                        “Nada sério, patrão. Esqueça com sua licença”, disse Sinfrônio saindo da sala.
                        Essa é uma realidade que acontece no dia a dia no relacionamento entre patrões e empregados e, na maioria das vezes, surgem até incompreensões. É necessário que haja uma mudança de postura para que os conflitos sejam superados entre as partes envolvidas no setor produtivo. A criatividade é fator preponderante a qualquer um para se atingir sucesso na vida profissional.


(*) = Advogado e ex-professor da FECEA-Apucarana (PR).

Crônicas de Thadeus Palka - FAMÍLIA – LUGAR SAGRADO

FAMÍLIA – LUGAR SAGRADO
(*) – Thadeus Palka
         Na família estão centrados os pilares que devem sustentar no mais alto conceito o desenvolvimento humano; justamente, na família é que devem são lapidados os mais elevados conceitos de amor, de paz, de alegria, de paciência, de perdão e de respeito, para que se tenha um mundo mais acolhedor e cheio de boas esperanças.                                
          No entanto, uma das características mais marcantes no momento em que se vive são a inesperada rapidez e intensidade com que se manifestam as mudanças sociais, econômicas, técnicas, políticas e etc.
         Não muitos anos atrás as gerações passavam pelo mesmo mundo sem que os costumes e hábitos sofressem sensíveis alterações, atualmente, por uma só geração passam vários mundos.
         É necessário, portanto, que todos estejam devidamente preparados para aceitar e conviver neste ritmo acelerado e tresloucado e, acima de tudo, cheio de conturbações e incertezas.
         Deve-se entender que o falso conceito de liberdade nunca levará à conquista da taça da liberdade.
         Liberdade não é fazer tudo o que se deseja, mas praticar com consciência tudo o que é justo e certo, porque a liberdade vai até o ponto em que a liberdade do outro começa.
         No nível familiar, os pais podem ser considerados rudes, “quadrados”, “grossos”, incompreensíveis e até ignorantes, mas nunca mal intencionados.
         A liberdade deve ser irmã da responsabilidade, pois se deve saber dizer no momento certo e adequado “sim, sim” e “não, não” de maneira amadurecida e convicta e utilizando-se de um instrumento fenomenal e que demove qualquer barreira ou montanha que possa existir entre as pessoas senão o diálogo franco e sincero entre as partes envolvidas.
         Para se atingir o fim precípuo do diálogo é necessário acima de tudo que as partes saibam escutar o que o outro tem a dizer.
         Quem não precisa de conselhos, ou não quer ouvir os outros ou que não precisa estar ouvindo a todo o momento está simplesmente monologando.
         Dialogar não é duelar ou impor suas idéias por julgar a mais convincente, como muitos pensam e agem até com autoridade e não dando a mínima oportunidade para outro expor seu ponto de vista.
         O diálogo é antes de tudo saber compreender antes de julgar e é sublime e deve ser praticado a cada momento.
         É justamente no diálogo que se conhece o outro, tais como, esposos, filhos, amigos e até inimigos para se valorizar, compreender, estimular, dar carinho, ter paciência, aceitar as falhas e defeitos, ouvir atentamente, e, por fim, perdoar.
         Para o diálogo é preciso treinar e dispor-se porque não é impor idéias, mas aceitar, respeitar as idéias, trocar sugestões, reconhecer os erros e reconhecer as qualidades e falhas dos outros e ser humilde e levando-se em conta que ninguém é perfeito e reconhecer que um é diferente do outro.
         O ponto principal e culminante do diálogo é a compreensão e a sensibilidade e todas as arestas serão aparadas e não haverá nem vencido e nem vencedor.
         Dialogam-se com sorrisos, apertos de mão, abraços, olhares ou pela simples expressão do rosto sabe-se da aprovação ou não e da aceitação ou não daquilo que se realiza e se faz.
         À medida que for praticado o diálogo cada qual vai superando os obstáculos da vida para com o próximo, a si mesmo e à família que é a pedra basilar da sociedade.
(*)-Advogado e ex-professor da FECEA-Apucarana (PR).

Crônicas de Thadeus Palka - ENSINAR É ATO DE NOBREZA

ENSINAR É ATO DE NOBREZA
(*) – Thadeus Palka
         Dia 15 passado, comemorou-se o Dia do Professor com muita alegria.
         Ser educador nada mais é do que um apostolado, porque a luta é a dureza do dia a dia e é isso que dá gosto especial ao professor. O trabalho sempre é exercido com entusiasmo e abnegação.
        É bem verdade que se vive tempos de enormes transformações sociais e econômicas devido à tecnologia e os meios de comunicação que acabam produzindo profundas formas de conhecimentos. Estamos na era digital.
         O professor não pode estar alheio a esse novos acontecimentos e deve acompanhar “pari-passu” os efeitos dessas transformações, principalmente, no que tange à Internet que traz um cabedal de informações e conhecimentos que são imprescindíveis e necessários ao acompanhamento do que acontece ao redor de todos e ao que vem de fora.
         É um trabalho que não tem parada é um assíduo e continuado aprendizado. O ensino evolui de uma forma fantástica e repentina, derrubando antigos conceitos de ensino e dando lugar a algo novo como o ensino à distância sem a necessidade da presença do mestre em sala de aula; nem isso tira o mérito do professor, embora seja novidade.
         Não bastem apenas o desejo e o preparo é necessário que os ambientes de trabalho sejam favoráveis para o exercício profissional, como também uma remuneração digna e honrosa pela complexidade do trabalho.  O professor deve ter o respeito de todos e da família dos alunos para que seja ativo e reconhecido e importante para a sociedade.
         Na verdade a escola é a extensão da família e é lá que o aluno vai vislumbrar outra forma de conviver e misturar-se com colegas das mais diversas classes sociais, e, começando novo aprendizado que é conhecer outras pessoas e, aos poucos, integrar-se a outro mundo que até então era desconhecido.
         A Professora Doralice Araújo, em artigo “Para Melhor Ensinar”, da “A Gazeta do Povo”, de l6.l0.07, afirma com muita maestria e probidade para o professor: “é o pastor das pequenas ovelhas da sociedade; ele as conduz pelos caminhos dos conhecimentos e os defende das tempestades advindas por esses vagalhões antiéticos, expressões mais do que vivas da degenerescência do seu humano”, a profundeza de sua forma de expressar é algo impressionante e de merecer todos os elogios a serem dirigidos a uma pessoa.
         Parabéns e ânimo a todos os professores desse imenso Brasil, porque todos eles são uns verdadeiros abnegados e que não medem esforços para transformar esse grandioso país numa das maiores potências do mundo e, para isso, é um celeiro de abnegados, valorosos e corajosos educadores.
(*)-Advogado e ex-professor da FECEA-Apucarana (PR)

Crônica de Thadeus Palka - CRISE MUNDIAL

 CRISE MUNDIAL
(*) – Thadeus Palka
                   Fatos marcantes acontecidos no século passado modificaram totalmente os costumes e as atitudes dos governos e das pessoas no âmbito nacional e mundial, tais como: a eclosão da primeira bomba atômica que mostrou como o homem pode destruir o mundo num segundo ou num simples apertar de botão e passou a ter medo de si mesmo; a notícia via internet chega aos destinatários num piscar de olhos; o chip possibilitou a ida do homem ao espaço sideral, como também possibilitou que tudo fosse transformado em miniatura (telefone celular, TV, circuito integrado, microprocessador, etc.), possibilitando a sofisticação dos equipamentos eletrônicos, a derrubada do Muro de Berlim que modificou totalmente o mapa europeu, a globalização com a criação de blocos econômicos que veio derrubar as fronteiras das nações e outros tantos inventos e fatos econômicos, políticos e sociais que vieram facilitar e melhorar a vida das pessoas.
                   Se o homem projetou-se tecnicamente, por outro lado está sucumbindo desastrosamente nos direitos das pessoas.
                   Acontece que a paz do mundo está combalida com guerras sem fim causando preocupações aos governantes de toda ordem por motivos econômicos, raciais e religiosos, ceifando vidas de irmãos sem nó e nem piedade, ferindo radicalmente os direitos humanos.
                   Vê-se, agora, que as grandes potências mundiais até a pouco tempo consideradas inatacáveis estão aos poucos sentindo os reflexos de países considerados pobres do terceiro mundo – China, Índia, Rússia e Brasil – e que estão produzindo, se rivalizando e se ombreando com essas nações poderosas porque estão deixando de ser pobres para produzirem microprocessadores e nanotecnologia.
                   Isso leva a uma análise muito simples de que as nações consideradas de primeiro mundo estão passando por um estágio de riqueza muito alto, quando, de certa forma, o seu crescimento começa a não ter aquele ritmo acelerado e de abastança, quando tem o início da desaceleração que é gradativa de suas atividades, quando surgem economias com crescimento de 10% (China e Tailândia) e 7% (Índia).
                   Está se observando que as grandes economias estão sentindo as conseqüências nefastas do consumo exagerado e desmedido e um exemplo os Estados Unidos que foi a economia que surgiu no pós-guerra de 1945, não está conseguindo vender seus produtos e é obrigado a exportar guerras para poder crescer um pouco; a hegemonia americana está sendo posta em perigo pelo terrorismo, guerras localizadas e o crescimento econômico dos países emergentes. A Inglaterra que foi a senhora do mundo que tem que se contentar com crescimento inferior de 3%.
                   O mundo está ficando mais justo? De certa forma pode-se dizer que sim porque está de fato acontecendo uma melhor distribuição de riquezas no mundo, e “pela primeira vez em muitos séculos, alguns países pobres estão ficando mais ricos e alguns países ricos mais pobres”, como afirma Domenico De Masi, no artigo “O mundo está ficando mais justo”, na revista Época, e isso nada mais é do que a lei da evolução – porque depois do ápice vem o declínio -.
                   O referido articulista ainda afirma que “tenho escrito que o Brasil cresce rapidamente, mas o faz sem renunciar a suas melhores características: acolhimento, solidariedade, alegria e sensualidade”. Oxalá que esse presságio se realiza num curto espaço de tempo.
                   Uma grande preocupação do momento são as bolsas de valores que estão oscilando de forma desastrada, ora subindo e ora descendo -, pelo que se vê os prejuízos são grandes e irrecuperáveis; bancos sendo incorporados por outros; isso tudo são indícios preocupantes e que tudo pode acontecer, podendo-se comparar com aquela árvore frondosa e majestosa que, quando derrubada, destrói tudo que está por baixo ou a seu lado de uma forma impiedosa, portanto todos devem estar atentos e acautelarem-se das conseqüências que possam advir.
(*)-Advogado e membro da Academia de Letras de Apucarana.

Crônica de Thadeus Palka - CONSIDERAÇÃO E HUMILDADE

CONSIDERAÇÃO E HUMILDADE
(*) – Thadeus Palka
                        Nós todos devemos na nossa vida tomar certas atitudes que de modo algum vêm deslustrar o nosso modo de agir e de atuar junto aos colegas e às pessoas em geral e que nos cercam no dia a dia, assim, quero apresentar uma crônica que vai dizer tudo o que eu sinto.
                        Onde será que esconderam a consideração? Como um sentimento tão nobre e importante para o crescimento de cada um pode ser deixado de lado?
                        Infelizmente, o que vemos hoje em dia são as pessoas cada vez mais individualistas e que só pensam em si e não se importam o que pode acontecer com os outros.
                       Os verbos são conjugados somente na primeira pessoa do singular: “Eu quero”, “eu preciso”, “eu penso assim”, etc... O que aconteceu com o “nós”: Só eu que sei. Quem manda aqui é só eu e fim de papo. Tomando atitudes totalmente contrárias aos interesses da empresas e da comunidade. Cabendo muito bem o que o Rei Luiz XV da França, quando numa memorável frase disse “Le Etat se moi” (O Estado sou eu).
                        A vida não é isso. Isso não é crescer. Isso é retroceder. A vida é união. É diálogo. É dividir. consideração é aceitar o outro sem julgar, pré-julgar ou criticar. É ouvir no silêncio. É estar presente.
                        Considerar o que supostamente é incompreensível é para poucos, mas de extrema valorização ao que está ao seu lado.
                        Na consideração o sorriso é fácil, mas considerar as lágrimas requer amor no coração e muito altruísmo.
                        Considerar é oferecer solidariedade indistintamente a todos. É estender a mão a quem quer que seja. É dar “colo” ao que mais necessita. É simplesmente dizer: “estou aqui, não se preocupe, não deixarei você sozinho”.
            Considerar é ouvir. É ajudar. E não cobrar nada em troca. É olhar nos olhos do outro e passar a confiança necessária. É a sinceridade, a lealdade, a solidariedade em primeiro lugar.
            Quando se fala em compreensão deve-se ligar à humildade, à solidariedade e ser humilde ou solidário não é ser subjugado a quem quer que seja ou dizer “amém” a tudo, mas saber-se ligar ao outro de uma maneira sutil e magnânima no sentido de elevar-se a si e ao outro.
                        O professor Antônio José Valverde, do curso de Filosofia da PUC-SP e da FGV-EAESP diz que o solidário, a consideração e a humilde é bem humorado, pois sabe rir de si mesmo, algo muito importante para o progresso pessoal. O orgulhoso desanima ao detectar qualquer falha, ao ver a objetividade como se é e, por isso desiste fácil ou se engana tentando se justificar, algo mais doloroso. O humilde, não. Por saber levar na esportiva, tem capacidade de chegar a mais, porque não se deixa brecar pelos seus erros, recomeça.
                        Portanto, seja humildade e colha os frutos da consideração.
(*) – Advogado e ex-professor da FECEA – Apucarana (PR)

Crônicas de Thadeus Palka - SEMPRE FESTEJADO DIA DAS MÃES

 SEMPRE FESTEJADO DIA DAS MÃES
(*) – Thadeus Palka
                   O dia 13 de maio deste ANO tem um significado muito importante E ESPECIAL na vida de todas as pessoas, porque é comemorado e vivenciado DIA DAS MÃES, para a alegria e satisfação de todos.
                   Qual o preço da dedicação da mamãe e que nenhum ser humano é capaz de poder avaliar porque ela está presente em todos os momentos de nossas vidas. É o verdadeiro amor das mamães.         
                Filhos lembrem-se de suas mamães queridas oferecendo-lhes a cada momento nossa atenção, dedicação e respeito, porque quer queira ou não elas conhecem o que vai no coração de cada filho.
                   Como explicar o amor da mamãe se durante sua vida sempre ofereceu a você desde os primeiros dias, quando conversava com você com carinho e acolhendo-o em seu colo sem nunca pedir um pagamento por mais insignificante que fosse
                   As mamães sempre levam no recôndito de seu ser que o filho é o eterno nenê e que está a precisar de seu conselho e ajuda, por isso sejam pacientes e entendam o que de bom ela trás dentro de si, porque, na verdade, ela quer que nós sejamos verdadeiros e honrados para a vida dentro dos preceitos da virtude, honestidade e amor.
                   As mamães por mais ingratos que sejam seus filhos, e que enveredem por caminhos tortuosos da vida, e que se distanciam do aconchego do lar em busca do que a vida oferece, ela continua sendo aquela candeia de carinho materno e estará sempre presente oferecendo seu calor de mãe.
                   Na pura verdade o Criador do Universo trouxe a mamãe ao este mundo para que ela fosse o esteio e a muleta de apoio do lar, por mais humilde ou mais abastado que seja, porque o ambiente do lar requer muito carinho e abnegação e que a mamãe e tão somente ela tem condições de cumprir sua tarefa até o fim.
                   Filhos amem suas queridas mamães, não só neste dia e, sim, eternamente, porque creiam com sinceridade que ela e só ela é porto seguro e eternamente certo com o amor inefável de Deus. .
                   Lembrem-se que sua presença silenciosa sempre foi valorosa nos momentos de angústia, a mão amiga a amparar e a confortar em quaisquer circunstâncias de sua vida.
                   Filhos aproveitem e se deliciem da companhia das mamães e, por isso, devem merecer o respeito e carinho de todo filho.
                   O segundo domingo do mês de maio deve ser sempre festejado com alegria, amor, perdão e abraços, até com lágrimas de satisfação e muita paz no coração.
                   Lembremos que o amor da mamãe é e sempre será divino, inigualável e insuperável, sobretudo que possa existir de bom ao lado dos filhos e todos os tesouros e as riquezas deste mundo serão insuficientes para recompensá-la pelo trabalho devotado ao enriquecimento no aconchego do lar.
                   Que as lembranças dos feitos heróicos das mamães não fique só festejado e restrito neste maravilhoso dia, mas, sim, por toda eternidade.
                   Se sua mamãe deixou este mundo não se esqueça de orar por ela, oferecer um vaso de flor e elevar seu pensamento aos céus, agradecendo com todo carinho que invade sua alma de bom filho, ao menos isso, considerando o afago e de especial que ela fez por você quando sempre esteve ao seu lado.
                   Não se esquecer da Mãe Santíssima que acolheu com bondade em seio o Menino Deus, devotando-Lhe especial carinho e amor, dando-lhe todo conforto que necessitava para tornar-se o Salvador da humanidade e que ela na sua infinita bondade abençoe todas as mamães do universo.
                   Parabéns por mais este glorioso Dia das Mães e que todas sejam abençoadas de forma especial e incondicional pelo Criador.

(*)-Advogado e ex-professor da FECEA-Apucarana (PR).

Crônicas de Thadeus Palka - Fósforo, Bala de Menta, Café e Jornal.

FÓSFORO, BALA DE MENTA, CAFÉ E JORNAL.
(*)-Thadeus Palka.
            “Um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal”; esses quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que se conhece.
            Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos avistou um letreiro luminosa com o nome: Hotel Venetia.
            Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente: “Bem vindo ao Venetia”.
            No quarto uma discreta cama impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira para ser riscado.
            Era demais! Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite começou a pensar que estava com sorte.
            Mudou de roupa para o jantar (a moça fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa como tudo o que tinha visto naquele local, até então. Assinou a conta e retornou ao quarto. Fazia frio...
            E ele estava ansioso pelo fogo na lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que noite agradável aquela!
            Na manhã seguinte o hospede acordou com um estranho borbulhar vindo do banheiro. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia “Sua marca predileta de café”. Bom apetite! Era mesmo!
            Como eles podiam saber desse detalhe? De repente lembrou-se; no jantar perguntaram qual sua marca preferida de café. Em seguida, ele ouve um leve toque na porta, Ao abrir havia um jornal. “Mas como pode”. É o meu jornal. Como eles adivinharam? Mais uma vez lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia. O cliente deixou o hotel encantado. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor.
            Mas o que esse hotel fizera mesmo de especial? Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal. Nunca se falou tanto na relação empresa – cliente como nos dias de hoje. Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing.
            No entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito e mais desconfiado. Mudamos o layout das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemos das pessoas. O valor das pequenas coisas conta e muito.
            A valorização do relacionamento com o cliente. Fazer com que ele perceba que é um parceiro importante!
            Lembrando que: essa mensagem vale também para as nossas relações pessoas (namoro, amizade, família, casamento e etc.).
            Enfim pensar no outro como ser humanos.
            É sempre uma satisfação para quem doa e para quem recebe. Seremos muito mais felizes, pois a verdadeira felicidade está nos gestos mais simples de nosso dia-a-dia que na maioria das vezes passam despercebidos.
            “Pense nisso com muito carinho”.
            É relato enviado por um amigo via internet muito interessante e oportuno.
            Desejo a todos Feliz Natal e prosperidade, paz, saúde e alegria no ano de 2.012.
(*) – Advogado e ex-professor da FECEA – PR. 

Crônicas de Thadeus Palka - VENCEDOR E PERDEDOR

VENCEDOR E PERDEDOR

(*) – Thadeus Palka.

              O melhor, portanto, é trocar o verbo; ao invés de querer é poder, dizermos apenas fazer é poder. Este é o verbo do verdadeiro vencedor.
              Ao falar em vencedor, logo temos a imagem de alguém muito competitivo, sem ética e invariavelmente solitário.
              Na verdade, vencedor é a pessoa que consegue atingir os seus objetivos. Mais do que vencer os outros, ele vence as suas próprias fraquezas, inseguranças e inabilidades. O vencedor sabe que a derrota é uma possibilidade e se prepara adequadamente para que ela não aconteça. Apesar disso, concentra sua atenção em alcançar suas metas, e não em evitar as derrotas. A postura diante da possibilidade da derrota é um dos principais aspectos que diferenciam um vencedor de um perdedor.
              Perante a derrota o perdedor tem duas atitudes básicas: o menosprezo e o pessimismo. O perdedor que menospreza a hipótese da derrota dá pouca importância ao adversário e não tem consciência de suas limitações. Por isso freqüentemente é pego de surpresa. A segunda atitude é o pessimismo. Nesse caso, a pessoa acredita que nasceu marcada para perder. Entra nas disputas já preparando uma desculpa para a derrota. No campo profissional costuma aceitar os desafios de má vontade, com o único propósito de provas, ao final que tudo ia dar errado. Como o perdedor não aceita em si, nem em sua capacidade de assumir sua própria responsabilidade.
             O perdedor vive como um pedinte. Pede amor, compreensão, piedade e, quando não recebe, julga os outros injustos por negarem o que ele queria. O perdedor se satisfaz em apenas começar uma tarefa. Se ele telefona para alguém e o número está ocupado, não liga novamente. Não procura na lista telefônica um número alternativo, não busca outro meio de fazer a tarefa que depende, em princípio, daquele telefonema.
              O perdedor está muito mais preocupado em explicar porque ele não consegue fazer do que em completar seu trabalho. Mantém uma estrutura perdedora em sua volta. As pessoas a quem ele se associa, sua casa, tudo cheira fracasso. É desorganizado e sem método. É um especialista

Crônicas de Thadeus Palka - VALORES HUMANOS: HONESTIDADE

VALORES HUMANOS: HONESTIDADE
(*) – Thadeus Palka
           “A honestidade é capacidade única dos seres racionais. Só o ser humano pode ser honesto ou desonesto, atribuir um juízo ético às suas ações”, e “O homem honesto é aquele que almeja não apenas a felicidade dos filhos, mas o bem da nação, de toda humanidade. Tem uma visão pública que passa por cima dos interesses mais comezinhos. Rege a si mesmo por imperativos mais nobres e amplos”, como bem explica Flávia Piovesan, Professora de Mestrado em Direito da PUC-SP e PR.
Cabe a cada cidadão ter em mente que ser honesto é um dever a ser cultuado desde o primeiro e até o último dia de sua vida como pessoa consciente de seus atos.
O oitavo mandamento divino é suficientemente claro: “Não furtarás”. Como se pode dizer é curto e grosso. Não são necessárias muitas palavras para esclarecer sobre a conduta reta que se deve pautar para ter uma vida digna e regrada diante de seus semelhantes, porque está implícito que o ser humano não gosta de ser tapeado ou enganado em qualquer tipo de negociação que esteja envolvido ou participado. É uma violência moral ao caráter daquele que acredita na boa fé do outro.
             Por mais que se façam leis que venham coibir atos ilícitos, ainda assim os cidadãos se valem de artimanhas escusas, visando beneficiar-se ou tirar vantagens de maneira sub-reptícia em qualquer atividade profissional, pública e comercial, procurando sempre tirar proveito de toda sorte.
Valores como honestidade, probidade e integridade são tão importantes para as pessoas que fazem do marketing institucional das empresas ou entidades, no entanto, alguns ainda não buscaram dentro de si que esses valores devem estar intrinsecamente colocados em primeiro plano para mudanças de atitudes.
Quais são as vantagens de alguém querer “passar outro para trás” certamente nenhuma, com certeza fará uma vez só, mas nunca definidamente porque a desonestidade e a mentira têm pernas curtas e mais ou menos dias quem é useiro e vezeiro acaba infringindo a norma moral e, fatalmente, estará se expondo à execração pública e, daí, talvez, sem possibilidades de se emendar do mal que praticou em benefício próprio ou a mando de alguém.
Vale a pena ser honesto como exemplo para as gerações futuras.  
Muitos vaticinam que ser honesto é ser trouxa ou ignorante, na verdade, equivocam-se redondamente e não deixa de ser um grande erro quem assim pensa e age.
           A honestidade tem um custo muito alto de valorização e de respeito ao outro. A honestidade é o selo pessoal que todos devem trazer para a posteridade porque honra e dignifica o ser humano.
A prática da honestidade vem do berço porque exige assídua aprendizagem e convivência durante a vida toda com a construção de personalidades justas, responsáveis e dignas de inteira confiança.
          Convivendo com a honestidade todos devem manifestar, demonstrar e provar que é o caminho efetivo para um mundo melhor e fraterno.
É uma questão unicamente de caráter na formação de cada um. Perder a credibilidade é expor-se ao ostracismo e viver como um pária da sociedade. Vale a pena ser honesto, ter a cara limpa, andar de cabeça erguida pelas ruas da cidade e ser bem recebido nos meios em que convive.
Em sã consciência é impossível admitir a quem quer que seja ignorar que está sendo honesto na prática de um ato condenável perante a sociedade e a si mesmo, quando está visceralmente equivocado por essa deslealdade proposital e enganadora e que não é factível e aceitável conceber essa atitude inconveniente por qualquer maneira ou por quem quer que seja.
            A honestidade é o alicerce dos grandes homens. Ser honesto pode ser uma utopia para os dias de hoje, no entanto, o que vale é a intenção de chamar à atenção de todos para esse valor humano tão importante e que é relegado a plano secundário ou até ignorado.



(*) – Advogado e ex-professor da FECEA – Apucarana (PR).
Academia: 8.11.2011

Crônicas de Thadeus Palka - Apucarana – Centro Norte Do Paraná

                        APUCARANA – CENTRO NORTE DO PARANÁ?

(*)-Thadeus Palka

            Sou apucaranense desde 1944, vim para cá com 9 anos, considerando-me um dos pioneiros desta pujante cidade, pois recebi homenagens nas diversas datas de aniversário da cidade, portanto vivenciando todos os problemas desta bela e acolhedora cidade.
            Naquela época Apucarana era o final da estrada de ferro – único e rápido meio de transporte da época - onde todos os aventureiros tinham suas paradas para, depois, seguirem suas jornadas para cidades mais distantes.
            Em Apucarana por volta de 1964 foi criada a primeira Faculdade de Economia do Norte do Paraná, logo depois a Universidade Estadual de Londrina e de Maringá, portanto, na região a nossa FECEA é pioneira.
            Apucarana fica entre Londrina e Maringá, quando se esperava que viesse a ser uma verdadeira metrópole a exemplo dessas duas cidades.
            Excelentes e gabaritados profissionais vindos, principalmente, de Curitiba (Pr) – médicos, engenheiros, dentistas, advogados, professores, veterinários, comerciantes e etc. –, foram verdadeiros abnegados e desbravadores e aqui se instalaram para fazerem suas vidas. Depois de certo tempo muitos deles voltaram para suas origens e muitos deles aqui permaneceram.
            Pela sua posição geográfica Apucarana é privilegiada pela estrada rodoviária e ferroviária que liga Apucarana-Curitiba-Paranaguá; é dotada do melhor clima da região; é considerada a Capital do Vale do Ivaí e do Boné; é sede de Bispado, e tem tudo para projetar-se  como uma das principais cidades do Paraná, pois conta com mais de 120.000 habitantes, tem 3 faculdades, escola profissionalizante extensão da Universidade Federal do Paraná, conta uma das melhores APAEs do Brasil em moderníssimas instalações; muitos colégios de alta qualificação; existem muitos supermercados e o excelente Hospital da Providência que é referência na região; é consideração a cidade educação do Brasil; o conceituado jornal “Tribuna do Norte” com grande penetração regional e mais o “Radar”, obviamente, constam outras grandes realizações.
            No entanto, não contamos com nenhum representante de nossa cidade na Assembléia Legislativa do Paraná e nem na Câmara Federal, em épocas passadas já tivemos excelentes apucaranenses.
             Cogitou-se formar o Projeto Metronor – Metrópole Linear do Norte do Paraná, por volta de l980, que abrangeria uma interligação entre Londrina e Maringá, com plano fabuloso para desenvolver a região, prevendo-se a interligação das cidades que se encontram nessa faixa, como acontece com o ABCD da região de São Paulo.
             Contamos com dois hospitais, onde funciona o SUS e o Hospital da Providência, este muito bem aparelhado e conta com excelente e capacitado corpo clínico; contávamos com duas cooperativas uma agropecuária e outra de leite; foi desatinava uma Faculdade de Filosofia, que funcionava no Colégio Glorinha, e outros empreendimentos de relativo porte que fazem falta para o nosso desenvolvimento.
             As eleições aproximam-se nos anos vindouros e é o momento de a sociedade política aglutinar-se em torno de pessoas comprometidas com a cidade de tal forma que tenhamos dignos representantes para o nosso município e de colocá-lo no lugar que ele merece; sem dúvida existem pessoas que podem desempenhar essa tarefa condignamente e de mostrarem a cara diante do eleitorado e que reúnem todas as condições para tornar o nosso município à altura dos demais da região.                                                       
             É hora de as lideranças vivas, inteligentes e interessadas por Apucarana tomarem uma posição firme e estarem convictas de que Apucarana tudo pode e ser o ponto mais destacado no mapa do Paraná.. Precisam ter coragem e altivez porque há gente competente e capaz que podem realizar um trabalho profícuo que resulte em progresso para a região, deixando de lado suas vaidades e caprichos pessoais e de mãos dadas objetivando um fim comum que é o progresso de nosso riquíssimo município.

(*)-Advogado e ex-professor da FECEA de Apucarana (PR).

Crônicas de Thadeus Palka - Sacudindo a Terra

Sacudindo a Terra

            O quer dizer sacudir a terra. Nada mais do que saber sair das situações difíceis e aflitivas de nossa vida. Por vezes, quantas e quantas incertezas surgem na vida de todos que se julgam insolúveis e causando problemas até irreversíveis pela incapacidade de resolvê-las de um modo mais simples e adequado.
            Afirmam os estudiosos que inexistem problemas insolúveis e tudo vai depender da ótica que esses problemas são encarados e resolvidos pelas pessoas.
            Podem-se mostrar caminhos que devem ser pautados por todos e ter a calma necessária para entender que tudo é possível e entender que a solução de um problema será diferenciada de pessoa para pessoa.        
            Para verificar que são possíveis soluções de qualquer tipo de dúvidas e situações intrincadas e, para isso, aproveitando o espírito da mensagem via internet que é a seguinte:
            “Um cavalo caiu numa vala e não chegou a se ferir, no entanto, não tinha como sair por sua conta.
            Debateu-se de todas as forças e nada conseguiu e suas forças estavam já exauridas.
            Seu proprietário não encontrando solução para tirá-lo dessa situação difícil e mesmo porque já tinha o cavalo como velho e inservível para os trabalhos normais da propriedade. Nenhum esforço seria possível tirar o animal daquela fatalidade, então chamou seus vizinhos para aterrá-lo e também porque o poço ou a vala já estava seca e inservível.
            Assim decidido começaram a jogar terra no poço mesmo com o animal estando vivo.
            Conta a lenda que o cavalo ao perceber o que estavam fazendo com ele, ficou desesperado e chorou amargamente.
            Porém, para surpresa de todos, eis que o cavalo aquietou-se e depois de inúmeras “pazadas” de terra, o proprietário do animal olhou para o fundo do poço e teve uma surpresa qual não foi ao ver que o animal sacudindo as costas e a terra descendo a seus pés, quando então dava seus passos para cima.
            Assim, em pouco tempo todos puderam presenciar que o cavalo com seu esforço próprio conseguiu chegar até a boca do poço e sair dali trotando.”
            Que esta pequena história sirva de lição para todos que julgam que seus problemas por mais caóticos que sejam, não se possam encontrar um norte para ter uma vida feliz e alegre.
            Ninguém está livre de problemas e esses problemas podem ser solucionados com o correr do tempo. Deve-se dar tempo ao tempo para se livrar dos problemas. Como se pode dizer que o melhor amigo das pessoas é o Doutor Tempo. Todos devem ser pacientes e entender que não existem problemas que não são solúveis.
            Quantas “pazadas” de terra as pessoas levam na vida e, nem, por isso, o mundo estagnou.
            O segredo é como sair do poço e saber sacudir a terra que é despejada nas costas de cada um. O “xis” da questão é saber enfrentar cara a cara a situação porque nada é insolúvel e insondável na vida de cada um.
            Entender que cada problema é um de degrau da escada da vida que se deve superar para atingir o topo da vida com tranqüilidade e saber que é um vencedor e que nada pode afligir quem quer que seja nas suas mazelas.
            Para ser feliz e manter uma mente sã cada uma deve buscar a libertação de seu coração do ódio, simplificar a vida, dar mais e esperar menos, libertar a mente das preocupações o mais possível, amar mais e aceitar com paciência a terra que é jogada a todo o momento nas costas e sacudi-las e entender que há solução para tudo e para todos.

Thadeus Palka - Advogado e ex-professor da FECEA – Apucarana (PR).


Cadeira Número 07

Patrono José Bento MONTEIRO LOBATO
Escritor, romancista, contista e jornalista brasileiro. Criador da Litera­tura Infantil no Brasil! Editou seu primeiro livro de contos em 1918-Urupês - com grande sucesso. Estreou em 1921 na Literatura Infantil com A Meni­na do Narizinho Arrebitado. Escreveu em seguida histórias conhecidas com O Saci, O Marquês de Rabicó, Zeca Tatuzinho, com milhões de exemplares vendidos.
 Em 1931 volta ao Brasil após algum tempo em New York e, preocupado com o problema do petróleo, funda a Cia Petróleo do Brasil e em 1936 expõe em "O Escândalo do Petróleo", todas as suas idéias sobre o tema. De 1937 a 1939 escreve o Pica Pau Amarelo, O Minotauro, Histórias da Tia Nastácia, Memórias da Emília, entre outros. Em 1941, esteve preso por haver endereçado a Getúlio Vargas uma crítica à política brasileira do petróleo. Em 1946, fez a revisão das suas obras completas publicadas pela Ed. Brasiliense em 13 volumes. Ocupava a ca­deira 39 como membro titular da Academia Paulista de Letras, na vaga de Pedro Toledo e tinha como Patrono Gabriel Rodrigues dos Santos.
Além da Literatura Infantil de sua autoria, merece menção o notável trabalho de tradução e adaptação para crianças de clássicos como Dom Quixote, Guliver, Robinson Crusoé e outros.


Acadêmico ATUAL - Thadeus Palka


Nome: THADEUS PALKA, brasileiro, casado, advogado, nascido na cidade de Itararé (SP), no dia 16 de fevereiro de 1936, reside na cidade de Apucarana (Pr).

Cônjuge:    MACILDA OLAK PALKA, brasileira, casada, aposentada, nascida na cidade de Arapongas (PR).

Filiação: João Palka e Cecília Palka são poloneses nascidos respectivamente nas cidades de Cracóvia e Varsóvia; ambos falecidos.

Filhos: Débora Regina Fontanini Palka, brasileira, advogada, casada com Cláudio Fernando de Almeida Mareze e é mãe de Isadora, com 5 anos.

Marcelo Tadeu Fontanini Palka, brasileiro, casado com Andréia Carolina da Silva, médico urologista, com consultório na cidade de Cianorte (PR); pais de Bárbara Vitória e Mariana Beatriz.

Paulo Henrique Fontanini Palka, brasileiro, solteiro, cirurgião-dentista (com especialidade em ortodontia e implantes), com consultório na cidade de Toledo (Pr).

Outras informações:

         De Itararé (SP), por volta de 1938, meus pais mudaram-se para Joaquim Távora (PR), onde exploravam agricultura e comércio e em 1944 vieram morar em Apucarana (Pr), como comerciantes. Nesta altura tinha cerca 8 anos.

         Tenho três cursos universitários sendo de Economia, Administração de Empresas e de Direito, pela FECEA de Apucarana (Pr) os dois primeiros cursos e o terceiro pela UEL- de Londrina (Pr); também completei o curso de contabilidade pela então Escola Técnica do Comércio de Apucarana (Pr), hoje Colégio Estadual “Izidoro Luiz Cerávolo”, de saudosa memória.

         Iniciei a trabalhar com 12 anos, primeiramente como bicicleteiro na empresa de propriedade do Sr. Miguel Lopes (falecido), localizada na Rua Ponta Grossa, em Apucarana (Pr), por 4 anos, daí fui trabalhar no Escritório Comercial “Paratodos”, do Sr. Máximo Leone Giavarina (falecido), localizado na Avenida Curitiba, onde hoje é o Edifício Santa Maria, em frente ao ex-Cine Fênix, ficando por 8 anos; depois fiz o concurso para ingressar no Banco do Brasil, em 1956 e fui aprovado.

         Por 7 anos lecionei na Escola Técnica do Comércio de Comércio, hoje Colégio Estadual “Izidoro Luiz Cerávolo”, ministrando aulas de Contabilidade Bancária, à noite e depois lecionei 11 anos, à noite, na FECEA-Apucarana (Pr), ministrando aulas de Teoria Geral de Administração e Direito Comercial Aplicado.

         Sou aposentado do Banco do Brasil onde trabalhei por 30 anos; iniciei minha carreira bancária em 27 de maio de 1957 e me aposentei em 29 de agosto de 1987. Iniciei meu trabalho como bancário em Apucarana (Pr), exercendo diversas funções administrativas; fui nomeado como Gerente na cidade de Paranacity (Pr), de 1968 a 1971, em Bela Vista do Paraíso (PR) de 1971 a 1975, em Mandaguari (PR) de 1975 a 1979, de novo em Apucarana (Prr), de 1979 a 1986 e, por fim, em Londrina somente no ano de 1987.

         Semanalmente, são publicadas crônicas no jornal diário da cidade “Tribuna do Norte”, com circulação em várias cidades da região, com assuntos variados, versando sobre economia, administração, direito, política, comportamento, meio ambiente, religião e etc. e quem sabe com esses trabalhos possa um dia editar em livro para realizar um de meus últimos sonhos.






Primeira Acadêmica Elaine Miquelin Volante


Nasceu em Apucarana em 14 de setembro de 1976. Escritora de his­tórias infantis e peças infanto-juvenis. Coordenadora do Grupo de Artes para Evangelizar desde sua criação em 1996, trabalha no desenvolvimento de crianças e adolescentes pela arte de escrever, adaptar e interpretar.
Participa de várias atividades sociais e eclesiais, dentre elas, integran­te da equipe Diocesana de Canto e Expressão Corporal.
Escreveu as peças de teatro "Quinta-Feira Santa” (Partilha)..., "Cam­panha da Fraternidade - 1999", "Dia dos Pais - Filho Adotivo", "Pai... Tipos e Tipos", "Dia das Crianças", "Dia do Catequista", "Natal - 98 -Jesus Nasce e Liberta!", "Teatro Natal - Dois Mil Anos de Luz", História: "Os Grãos de Trigo de Martinha" e "Juquinha e Seu Anjinho Camarada!"
Participou de diversas Oficinas de Teatros e Expressão Corporal, -Festivais de Poesias e Artes. Trabalha como secretária no Colégio Objeti­vo Mater Dei e é atualmente acadêmica da Administração Pública, na FECEA Faculdade Estadual de Ciências Econômicas de Apucarana.
Reside à Rua Ercilia Maciel, 514 - Fone/fax (43) 422-3488 - CEP:86.809-160 - Apucarana - PR.