Singela homenagem à nossa Acadêmica Terezinha Barbosa Guimarães, feita por Adiones Gomes da Silva, o Ponga, vice-pres. da SPJ – Sociedade dos Poetas Jandaienses. Doc.nº. 81, Janeiro/2012. Que, devido a formatação do texto, fica melhor visualizada como anexo.
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Homenagem à Terezinha Barbosa
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A Academia de Letras, Artes e Ciências Centro-Norte do Paraná, fundada em vinte e sete de julho de 2000, é uma sociedade civil sem fins lucrativos, que tem por finalidade o cultivo, a preservação e a divulgação do Vernáculo e da Literatura - nos seus aspectos científico, histórico, literário e artístico - bem como das Artes e das Ciências, podendo participar de iniciativas úteis ao desenvolvimento cultural da região, do Paraná e do Brasil.
Crônica de Fahed Daher - AL CAPONE
AL CAPONE.
FAHED DAHER
A historia do cinema Norte Americano nos brindou com filmes maravilhosos, muitos deles históricos, embora, na tônica da história tenha havido algumas fantasias para levantar emoções e valorizar a cultura americana.
Recentes histórias, do nosso mundo político, nos levaram para a lembrança da história de Chicago, pela apresentação do filme os intocáveis, filme de grandes atividades emocionais.
Com os intocáveis a história da máfia, a “Honorata Societá”, também chamada de “Cosa Nostra”, onde pontificavam imigrantes italianos, entre eles, a figura que se tornou famosa, chamada Al Capone, com ele o crime organizado.
Al Capone nasceu na Itália em 1889 e faleceu em 1947 nos EEUU
Consta que o serviço de segurança, juntamente com a polícia federal americana, sempre muito eficientes, somados ao judiciário, nunca conseguiram provar qualquer participação de Al Capone em todos os processos de criminalidade, havidos no comando da sua “Cosa Nostra”.
Inclusive consta que nunca ele portou uma arma. Apenas os seus auxiliares e seguidores portavam as armas, metralhadoras, as vezes transportadas em um saco de golfe ou sob as vestimentas.
Consta que as atividades de gangsters, comandadas por ele, faturava cerca de três e meio bilhões de dólares por ano, com capacidade de subornar policiais e juizes, despendendo cerca de duzentos e cinqüenta milhões de dólares anuais.
Nunca houve provas para puni-lo, pois nunca estava presente nos acontecimentos. Nem suspeitas materiais ficavam nos atos de ilegalidade, nas disputas de grupos ou domínio de territórios de tráfico de drogas, prostituição, clandestinidade de bebidas especialmente durante a promulgada lei seca que proibia o comércio de bebidas alcoólicas, também no oferecimento compulsório de proteção a comerciantes e empresários e pessoas de muitas posses.
Este tipo de proteção era uma forma de extorquir dinheiro sob pena de receberem a agressão da própria organização e, quando pagavam para não serem agredidos pelo próprio grupo, eram também defendidos contra a agressão de outros.
Al Capone, oficialmente, nunca sabia de nada e nunca aparecia qualquer comprovação das suas participações ou comandos.
Conseguia ser recebido nos altos círculos sociais, relacionava-se bem com as autoridades. Alem dos subornos concedia belos presentes na forma de gentileza de boa amizade.
Seus auxiliares, os que se deixavam ser suspeitos e sujeitos a investigações maiores, por fracasso em determinadas ações, eram imediatamente eliminados, eliminação que era comandada com ordens para outros subordinados, tal como fazia Stalin na Rússia, quando recebia no gabinete algum elemento pelo qual não nutria simpatia, à saída deste, chamava um outro auxiliar de confiança e apenas dava um sinal, sem nada dizer, para eliminar o visitante que acabara de sair.
A punição de Al Capone lhe veio por algum deslize na declaração do imposto federal.
Não é necessário ser letrado para ser um chefe de máfia.
Nem ser culto ou erudito. Basta ter a capacidade de penetrar na psicologia dos auxiliares, conhecer a psicologia do medo, para impor a tirania.
Conhecer a gula de cada um para satisfazer suas exigências e, se aproveitando de todas estas fraquezas, saber dizer a cada um o que cada um gosta de ouvir, assim distribuir algumas benesses e dominar, mantendo o ar de nobreza e de protetor, se fazendo ausente e desconhecedor dos acontecimentos comprometedores.
Existe ambiente para um Al Capone na política do Brasil?
A massa da população gosta de protetores, mesmo fantasiosos.
A classe média gosta de fantasias. A camarilha gosta de lucro fácil.
Há boas condições para a máfia manter o domínio entre nós?
O Brasil precisa de “cumprimento da lei” igual os EE UU.
Nossas leis já são secas para os poderosos. Fogosas para os opositores.
Academia de Letras de Londrina. Centro de Letras do Paraná.
FAHED DAHER
A historia do cinema Norte Americano nos brindou com filmes maravilhosos, muitos deles históricos, embora, na tônica da história tenha havido algumas fantasias para levantar emoções e valorizar a cultura americana.
Recentes histórias, do nosso mundo político, nos levaram para a lembrança da história de Chicago, pela apresentação do filme os intocáveis, filme de grandes atividades emocionais.
Com os intocáveis a história da máfia, a “Honorata Societá”, também chamada de “Cosa Nostra”, onde pontificavam imigrantes italianos, entre eles, a figura que se tornou famosa, chamada Al Capone, com ele o crime organizado.
Al Capone nasceu na Itália em 1889 e faleceu em 1947 nos EEUU
Consta que o serviço de segurança, juntamente com a polícia federal americana, sempre muito eficientes, somados ao judiciário, nunca conseguiram provar qualquer participação de Al Capone em todos os processos de criminalidade, havidos no comando da sua “Cosa Nostra”.
Inclusive consta que nunca ele portou uma arma. Apenas os seus auxiliares e seguidores portavam as armas, metralhadoras, as vezes transportadas em um saco de golfe ou sob as vestimentas.
Consta que as atividades de gangsters, comandadas por ele, faturava cerca de três e meio bilhões de dólares por ano, com capacidade de subornar policiais e juizes, despendendo cerca de duzentos e cinqüenta milhões de dólares anuais.
Nunca houve provas para puni-lo, pois nunca estava presente nos acontecimentos. Nem suspeitas materiais ficavam nos atos de ilegalidade, nas disputas de grupos ou domínio de territórios de tráfico de drogas, prostituição, clandestinidade de bebidas especialmente durante a promulgada lei seca que proibia o comércio de bebidas alcoólicas, também no oferecimento compulsório de proteção a comerciantes e empresários e pessoas de muitas posses.
Este tipo de proteção era uma forma de extorquir dinheiro sob pena de receberem a agressão da própria organização e, quando pagavam para não serem agredidos pelo próprio grupo, eram também defendidos contra a agressão de outros.
Al Capone, oficialmente, nunca sabia de nada e nunca aparecia qualquer comprovação das suas participações ou comandos.
Conseguia ser recebido nos altos círculos sociais, relacionava-se bem com as autoridades. Alem dos subornos concedia belos presentes na forma de gentileza de boa amizade.
Seus auxiliares, os que se deixavam ser suspeitos e sujeitos a investigações maiores, por fracasso em determinadas ações, eram imediatamente eliminados, eliminação que era comandada com ordens para outros subordinados, tal como fazia Stalin na Rússia, quando recebia no gabinete algum elemento pelo qual não nutria simpatia, à saída deste, chamava um outro auxiliar de confiança e apenas dava um sinal, sem nada dizer, para eliminar o visitante que acabara de sair.
A punição de Al Capone lhe veio por algum deslize na declaração do imposto federal.
Não é necessário ser letrado para ser um chefe de máfia.
Nem ser culto ou erudito. Basta ter a capacidade de penetrar na psicologia dos auxiliares, conhecer a psicologia do medo, para impor a tirania.
Conhecer a gula de cada um para satisfazer suas exigências e, se aproveitando de todas estas fraquezas, saber dizer a cada um o que cada um gosta de ouvir, assim distribuir algumas benesses e dominar, mantendo o ar de nobreza e de protetor, se fazendo ausente e desconhecedor dos acontecimentos comprometedores.
Existe ambiente para um Al Capone na política do Brasil?
A massa da população gosta de protetores, mesmo fantasiosos.
A classe média gosta de fantasias. A camarilha gosta de lucro fácil.
Há boas condições para a máfia manter o domínio entre nós?
O Brasil precisa de “cumprimento da lei” igual os EE UU.
Nossas leis já são secas para os poderosos. Fogosas para os opositores.
Academia de Letras de Londrina. Centro de Letras do Paraná.
Mensagem do Presidente Edson Tavares - Tributo à Pequena Grande Mulher
Tributo à Pequena Grande Mulher
Terezinha tornou-se parte de minha vida nestes últimos anos. Sua experiência, alegria, bravura e capacidade de se indignar diante das mazelas do mundo sem jamais perder a ternura me deixaram marcas indeléveis.
Sua biografia incontestável a credenciou a ser reverenciada como grande entre os grandes, entre aqueles que escrevem com as próprias mãos sua história. Das Minas Gerais trouxe as raízes que seriam replantadas em Jandaia do Sul e se alastraria por todo o Vale do Ivaí. Seus ensinamentos levaram esperança, conforto, orgulho e progresso à vida de tantos que nem mesmo pude acreditar quando me convidou a escrever em sua companhia o livro da História de São Pedro do Ivaí. Seu currículo registrava as histórias de Itamogi, sua terra natal, e Jandaia do Sul e, em breve, haverá de registrar a de São Pedro.
Durante três prazerosos anos convivemos diariamente. Trocamos mensagens, telefonemas e visitas. E trabalhamos até seus últimos dias. Criteriosa e disciplinada continha meu romanceio histórico e jamais trouxe à pauta sua enfermidade. Buscava, isto sim, saber da Academia de Letras, dos trabalhos, da Família e de mim.
E, mesmo quando todo o ar do mundo parecia lhe ser insuficiente, respirava a esperança. Agora, mesmo diante da tristeza pela perda irreparável, fica o exemplo de perseverança e uma incomensurável responsabilidade ao concluir um trabalho que levará nossas duas assinaturas.
A convite do mentor Dr. Fahed Daher uniu-se a Francisco, Brás Miranda de Sá e Artur Palu e fundaram a Academia de Letras, Artes e Ciências Centro-norte do Paraná onde desenvolveu suas atividades acadêmicas e intelectuais desde o ano 2000. Apoiou-me e sustentou-me quando fui indicado ao cargo de Presidente e hesitava em aceitar.
Mas nada me deixaria marcas mais profundas que seu afetuoso abraço e o seu “Menino, eu te amo” diante das dificuldades que enfrentávamos juntos.
Que Deus a receba em sua morada eterna enquanto ficamos e continuamos nossa caminhada.
Terezinha, vá em paz!
Mensagem de Natal do Presidente Edson Tavares
Feliz Natal
Naquele final de ano eu estava muito cansado. Foram meses difíceis. O mundo em crise econômica, os tributos em alta, a inflação mostrando suas garras e o dinheiro... Bem, parecia não ser suficiente.
Minha grande e maior companheira era a calculadora...
Sabia que além de todas as despesas habituais havia de pagar o décimo terceiro e as férias dos funcionários. O sono havia me abandonado, as tristes olheiras denunciavam tudo o que estava vivendo. Mas a chegada do Bom Velhinho me enchia de esperança. As crianças já haviam enviando ao Pólo Norte da Árvore de Natal suas cartinhas. Vê-los felizes me faria muito bem. Mas o fato é que até então não tivera coragem de descobrir seus pedidos.
A cidade iluminada, a Igreja enfeitada e as pessoas caminhando pelas ruas carregadas de presentes me asfixiavam. Dor de cabeça, tontura, falta de ar, taquicardia e formigamento do braço esquerdo...
Pronto socorro!
Achei que não veria o Noel naquele ano...
E realmente não o vi.
__ Pânico – disse o cardiologista. Crise de ansiedade...
E o que é pior. A conta do hospital! E ainda tinha aquele pacote de medicamentos.
Confesso que nem mesmo entendi tudo o que estava acontecendo, mas algo que me deram me fez muito bem. E então eu dormi. Muito e bem. E acordei ainda melhor...
Nem mesmo as contas por vencer me assustavam. Estava envergonhado por não ter resistido e caído doente. Minha esposa retirou as crianças de casa para meu melhor descanso. Somente agora pude ler as cartinhas dos pequenos. Então, tudo mudou.
“Fui um bom menino este ano. E o que eu mais queria era montar um presépio com meu papai. Daqueles bem bonitos que a gente mesmo faz. Colocar o menino Jesus na gruta junto com Nossa Senhora, São José e os animaizinhos todos. E também queria ganhar Um joguinho de Damas. Meu papai sabe fazer!” – dizia o Leonardo.
Meus olhos se encheram de lágrimas.
A Geovana pediu uma bonequinha bem pequenininha. Negrinha e peladinha. Queria que a vovó fizesse as roupinhas.
Aqueles próximos dias foram muito felizes. E minha vida mudou. Muito mesmo. Com lona, tintas, grama e imagens feitas com sabugo de milho e palha. A árvore de Natal agora era mais simples e muito mais bonita.
E o menino Jesus agora era a bonequinha negra da Geovana!
Foi realmente um Feliz Natal. De família, simplicidade, união e Presépio de verdade. Um verdadeiro renascimento mesmo diante de uma vida que me pressionava a comprar, gastar todo o inexistente décimo terceiro e ficar devendo até depois do carnaval.
Agora não preciso mais de remédios para enxergar tudo aquilo que está diante de meus olhos. Mais agradeço a Deus aquela crise que me salvou da prisão deste mundo cruel.
E posso dizer a todos: Feliz Natal e um Ano Novo repleto de felicidades. E das crises necessárias ao seu crescimento.
Que neste Natal nosso coração se abra ao menino Deus que nasce a cada dia gratuitamente, a todos nós. Que tenhamos um Natal repleto de paz, saúde e muitas bênçãos de Deus para celebrarmos todas as conquistas deste 2011 e planejar um Ano Novo com muita esperança em dias melhores. Especialmente como resultado de nossas lutas, nossos encontros e trabalhos em comum.
Que a Academia se fortaleça com a força de cada um de nós. Que a nossa sensibilidade, capacidade e perseverança nos tornem capazes de produzir e disponibilizar nossos talentos a todos os que conosco convivem, lêem, apreciam e ouvem nossas obras.
Parabéns a todos pelas conquistas deste 2011. E que 2012 possamos ter os méritos para comemorar ainda mais. Saúde, alegria e muita paz a todos.
Edson Tavares.
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Poesia de Fahed Daher - O Meu Natal
O Meu Natal
E o Natal que nós queremos
Que lembra o caminho da paz,
É o momento em que se faz
A concentração da Fé
Em tudo aquilo que cremos
De Cristo, Maria e José.
O Natal é festa, sim,
Alegria, exaltação,
Riso, presente, oração,
Os encontros das famílias,
Seguindo, de Cristo, a trilha
Do amor real, da humildade.
Não é no carro, na jóia,
No traje mais elegante,
No jantar extravagante,
Que se fará a honraria
Ao nascimento sagrado
Desta criança que um dia
Nos mostrou o certo e o errado.
Festa, sim, com oração,
Alegria, o baile, a vida,
A festa tão exigida
Depois da meditação.
O culto, a missa, a novena
E a consciência serena
Que nos leva à salvação..
Mas, deixando o pessimismo
o descaso ou o cinismo
num abraço muito terno,
vibrando no amor fraterno
que nos veio de Jesus,
o afeto que nos conduz
enche a alma de alegria,
no encontro de cada dia
coração a coração
no comando de Maria
e do sentido Cristão..
Fahed Daher- - Médico – Apucarana Paraná
Governador 95/96 Distrito 4710 de Rótary International
Academia de Letras de Londrina
Academia de Letras Artes e Ciências Centro Norte do Paraná.
E o Natal que nós queremos
Que lembra o caminho da paz,
É o momento em que se faz
A concentração da Fé
Em tudo aquilo que cremos
De Cristo, Maria e José.
O Natal é festa, sim,
Alegria, exaltação,
Riso, presente, oração,
Os encontros das famílias,
Seguindo, de Cristo, a trilha
Do amor real, da humildade.
Não é no carro, na jóia,
No traje mais elegante,
No jantar extravagante,
Que se fará a honraria
Ao nascimento sagrado
Desta criança que um dia
Nos mostrou o certo e o errado.
Festa, sim, com oração,
Alegria, o baile, a vida,
A festa tão exigida
Depois da meditação.
O culto, a missa, a novena
E a consciência serena
Que nos leva à salvação..
Mas, deixando o pessimismo
o descaso ou o cinismo
num abraço muito terno,
vibrando no amor fraterno
que nos veio de Jesus,
o afeto que nos conduz
enche a alma de alegria,
no encontro de cada dia
coração a coração
no comando de Maria
e do sentido Cristão..
Fahed Daher- - Médico – Apucarana Paraná
Governador 95/96 Distrito 4710 de Rótary International
Academia de Letras de Londrina
Academia de Letras Artes e Ciências Centro Norte do Paraná.
Poesia de Wander de Souza - Talvez um dia
Apresentada pelo Acadêmico Matheus M Santos
Talvez um dia
Quando seus olhos
Encontrarem os meus
Expurgue seus sentimentos
Esqueça que um dia foram seus
Eu fugi, eu corri, eu fui embora,
Fui covarde, desapareci.
Por mais que me explique. Não importa.
As vezes nem mesmo o velho consola.
Mais uma dose de auto-piedade.
Me enterre com seu sorriso, apenas um.
Pra me sentir o fracassado da cidade,
Só pra eu encenar Factotum.
Tenha certeza
Que quando a encenação acabar.
O sol esmurrará minha cara,
Como quem não quer nada.
Wander de Souza
Talvez um dia
Quando seus olhos
Encontrarem os meus
Expurgue seus sentimentos
Esqueça que um dia foram seus
Eu fugi, eu corri, eu fui embora,
Fui covarde, desapareci.
Por mais que me explique. Não importa.
As vezes nem mesmo o velho consola.
Mais uma dose de auto-piedade.
Me enterre com seu sorriso, apenas um.
Pra me sentir o fracassado da cidade,
Só pra eu encenar Factotum.
Tenha certeza
Que quando a encenação acabar.
O sol esmurrará minha cara,
Como quem não quer nada.
Wander de Souza
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