Cadeira Número 03

Patrono JOSÉ Martiniano DE ALENCAR
JOSÉ Martiniano DE ALE NCAR nasceu no Sítio Alagadiço Novo, Messejana, Município de Fortaleza - CE, no dia 1o de maio de 1829, filho primogênito de José Martiniano de Alencar (o Senador Alencar) e sua pri­ma legítima Ana Josefina de Alencar.
Transfere-se com a família, ainda menino para o Rio de Janeiro onde vai às aulas no Colégio de Instrução Elementar em que logo se destaca como o primeiro da classe. A escola Januário Mateus Ferreira dá ao garoto José o gosto pela leitura em voz alta nos serões da família. Com 17 anos, matricula-se na Academia de Direito de São Paulo. No ano seguinte, ingressa na Academia de Curso Jurídico de Olinda - PE.
De volta ao Sul, forma-se em outubro de 1850 pela Acade­mia de Direito de São Paulo. No mesmo ano, fixa residência na Corte, iniciando-se no jornalismo, onde brilharia. Jornalista, jurisconsulto, políti­co, orador, teatrólogo, deputado pelo Ceará em diversas legislaturas, con­selheiro, além de Ministro da Justiça, tudo isso foi José de Alencar.
Funda­dor do romance genuinamente brasileiro versou sobre temas nacionais, através do regionalismo de "O Sertanejo" e "O Gaúcho", ou do indianismo de "O Guarani", "Ubirajara" e "Iracema", dando uma linguagem nossa o que lhe valeu acerbas críticas, Casado, com D. Georgina Augusta Cochrane de Alencar, faleceu no Rio de Janeiro no dia 12 de dezembro de 1877, deixando uma obra das mais importantes e significativas de toda a literatu­ra brasileira.
São obras suas no Romance; Cinco Minutos, O Guarani, A Viuvinha, As Minas de Prata, Lucíola, Diva, Iracema, O Gaúcho, A Pata da Gazeia, Guerra dos Mascates, O Tronco do Ipê, Sonhos d1 Ouro, Alfarrábios, Ubirajara, Senhora, Til, O Sertanejo, Encarnação e O Garatu­ja. É também autor de peças de Teatro e de Ensaios (político, literário, jurídico) e Biografia.


Primeiro Acadêmico Artur Palú Filho
Natural de Rio Azul - PR, nascido aos 29/04/45, filho de Artur Palú e Olívia França Palú. Fez seu curso Ginasial no Colégio Paranaense Interna­to (Marista) e Contabilidade na Escola Técnica de Comércio anexa à Fa­culdade de Direito da Universidade Federal do Paraná, ambos em Curitiba.
Fez três Cursos Superiores; Economia na Faculdade Estadual de Apucarana; Letras Anglo-Portuguesas na Faculdade de Jandaia do Sul e, Esquema I na Faculdade de Presidente Prudente. Profissionalmente é Oficial de Justiça Avaliador aposentado da Justiça do Trabalho e Professor eletivo na Facul­dade Estadual de Ciências Econômicas de Apucarana, onde leciona Portu­guês e História do Pensamento Econômico. Iniciou suas atividades de Magistério na cidade de Rio Bom, depois transferiu-se para Califórnia e finalmente a Apucarana.
Nesta cidade, lecionou na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Apucarana e nos Colégios Polivalente, Mater Dei e São José, sempre na área das Letras, É casado com a Sra, Helena e tem quatro filhos. Seu gosto pela literatura vem do estímulo dado por seus pais que também eram verdadeiros amantes da leitura e da cultura. É um contis­ta desde 1970. Já participou de vários concursos de contos, tendo sido premiado nas cidades de Campo Mourão e Jacarezinho e com os 1o e 3o lugares no 1o Concurso de Contos "Contos de Gente Nossa" promovido pela Prefeitura juntamente com a Faculdade de Apucarana.
Já se aventurou pelos campos da poesia e, constantemente, tem proferido palestras em Colégios e a membros da Comunidade. No momento está escrevendo seu primeiro romance que, tem como título provisório 'Talita Cumí". Esco­lheu para ser o Patrono de sua Cadeira na Academia o escritor José de Alencar, por considerá-lo um expoente da Literatura Brasileira.

Cadeira Número 04

Patrono PADRE ANTONIO VIEIRA
Nascido em Lisboa em 1608, chegou ao Brasil com menos de 7 anos de idade, estabelecendo-se sua família em Salvador, onde sua luz seria apagada cerca de oitenta e dois anos mais tarde, em 1697.
Residindo na capital da colônia, teve oportunidade de estudar no colégio dos Jesuítas, tendo depois estudado no Espírito Santo, voltando novamente estudar em Salvador, tendo aí decidido seguir a carreira sacerdotal. A companhia de Jesus o recebeu em 1623, concluindo o noviciado em 1626.
Estando ainda estudando com os Jesuítas, começou a invasão no Brasil, pelos holande­ses. Esse acontecimento deu-lhe ensejo a escrever ao geral dos Jesuítas, um relatório informativo a que ele chamou "Carta ânua", documento que inicia sua série de cartas. Depois de continuar seus estudos em Salvador, no Recife, e outra vez em Salvador, em 1835 foi ordenado Padre, o que deu início a sua carreira de renomado orador sacro.
Em 1640, quando Portugal conseguiu recuperar sua independência ao derrubar o domínio espanhol, Vieira foi para Lisboa a serviço do Rei Dom João IV. Aí iniciou sua carreira diplomática. Ingleses e holandeses arruinaram, porém, sua car­reira, com o problema de Pernambuco, fazendo desistir dela. Em 1653, foi mandado para o Maranhão, onde sua atividade em favor dos injustiçados acabou colocando-o na mão dos dominicanos da inquisição.
Foi levado para Portugal Preso, encarcerado, julgado e condenado, sendo a pena anulada depois. Voltou a pregar nos púlpitos de Lisboa e de Roma com grande sucesso. Não sentindo clima favorável em Lisboa e não querendo ficar em Roma, voltou para Salvador, onde se dedicou à publicação de suas obras.


Acadêmico  ATUAL - Ricardo Velez 




Cadeira Número 05

Patrono Alceu Amoroso Lima - TRISTÃO DE ATHAYDE

Escritor brasileiro nascido no Rio de Janeiro. Tratou-se de uma das mais brilhantes figuras da intelectualidade brasileira: foi um precursor da moderna crítica literária brasileira, tendo reconhecido definitivamente no Modernismo um movimento estético e histórico no Brasil, Em constante e intensa atividade, escreveu também diversas obras nas áreas de Filosofia, História, Sociologia e Pedagogia.


Bacharelou-se em Ciências e Letras no Colégio Pedro II no ano de 1908 e, cinco anos mais tarde, diplomou-se em Ciências Jurídicas e Sociais. Após este período, passou a exercer Advocacia e, em 1913, em viagem à Europa, reconheceu a necessidade de renovação dos quadros literários brasileiros frente às transformações estéticas e ideológicas que se faziam presentes, sendo um dos incentivadores do movimento modernista no Brasil.


Em 1919 teve sua estreia na carreira enquanto crítico literário, escrevendo artigos para O Jornal sob o pseudónimo de Tristão de Ataíde. A primeira publicação de sua obra em livro, intitulado Afonso Arinos, em pleno ano de 1922, iniciaria uma renovação na crítica literária do primeiro quarto do século XX no Brasil. A partir daí, inicia-se seu exercício de orientador intelectual sobre a geração intelectual de então. Em 1928 converte-se ao catolicismo, associando-se às vertentes mais progressivas da religião católica no Brasil, fato que traria novos rumos ao seu pensamento e ampliaria seu espectro de ação crítica. 


Como católico praticante e presidente do Centro Dom Vital, seu pensamento também voltou-se ao campo da teologia. Fundou, em 1932, o Instituto Católico de Estudos Superiores e presidiu a Ação Católica de 1932 a 1945. Desdobrando-se em diversas atividades, entre as quais conferências, artigos na imprensa e a publicação de suas obras, erigiu uma vasta produção intelectual, tendo discutido sobre temas políticos, económicos, jurídicos, literários e religiosos. 


De 1951 a 1953 foi Diretor do Departamento Cultural da União Pan-Americana nos Estados Unidos. Em 1954 retorna aos E.U.A. e durante os anos de 58 e 59 foi professor de Estudos Brasileiros na Universidade de Nova York. Foram mais de cinquenta anos de intensa atividade, que se fizeram sentir tanto em seu próprio momento como por toda a posterior geração da intelectualidade brasileira.


Alceu Amoroso Lima nasceu em 11 de dezembro de 1893, no Rio de Janeiro. Crítico Literário, colaborou ern diversos jornais e revistas. Sua conversão para o catolicismo em 15 de agosto de 1928 mudou o rurno de sua vida. Em 1928, morre num acidente seu amigo Jackson de Figueiredo e Alceu Amoroso Lima o substituiu à frente do Centro D. Vital e da Revista A Ordem.


Colaborador íntimo do Cardeal Lerne, torna-se secretário geral da Liga Eleitoral Católica (1933) e presidente da Ação Católica Brasileira (1935). Ao término do Concílio Vaticano II, o Papa Paulo VI o escolheu para membro da Pontifícia Comissão de justiça e Paz.


Entre suas múltiplas atividades, destacam-se a de educador e escritor. Foi reitor da Universidade do Distrito Federal, membro do Conselho Nacional de Educação, da Academia Brasileira de Letras, da Academia de Ciências Morais e Políticas do Instituto de França e um dos fundadores da Universidade Católica do Rio de Janeiro (1941) e do Movimento Democrata-Cristão da América Latina.


Com o golpe militar de 1964, converteu-se em símbolo de resistência ao arbítrio do Estado à violência e à tortura. Seus artigos semanais no Jornal do Brasil e na Folha de São Paulo foram a voz da consciência nacional, da liberdade, do respeito aos direitos humanos, na luta pela anistia e redemocratização do país.


Casado corn Da. Maria Tereza de Faria, com quem viveu durante 64 anos, teve sete filhos: Maria Helena, Lia (Madre Maria Tereza), Alceu, Luis Alceu, Jorge Alceu, Silvia e Paulo Alceu. Alceu Amoroso Lima, o Tristão de Athayde, morreu em Petrópolis, no dia 14 de agosto de 1983, deixando-nos o legado profético da alegria conquistada a partir da fé que revela as verdadeiras dimensões da vida, na fidelidade a Deus e aos homens.

Primeiro Acadêmico Braz Miranda De Sá

Nasceu em Potirendaba - SP, a 08 de outubro de 1933.

Filho de Jorge Martins de Sá e Rita Angela de Miranda.

Mudou-se de Potirendaba para São José do Rio Preto, aos sete anos de idade.

Nessa cidade, iniciou seus estudos primários, no Grupo Escolar Dr. Theotônio Monteiro de Barros Filho.

Ao terminar o primário, matriculou-se na Escola Técnica de Comércio, a nível de 1° grau, permanecendo ali até o 2° ano, transferindo-se, depois, para o Seminário Diocesano, onde cursou, durante quatro anos, o ginasial.

Em seguida foi para Sorocaba - SP, concluindo seus estudos clássicos, no Seminário São Carlos Borromeu.

No ano de 1958, transferiu-se para o noviciado, no Colégio Jesuíta, em Itaici – SP.

Um ano após, fez uma complementação dos estudos clássicos, traduzindo Grego e Latim, no Seminário Padre César Debus, em Catanduva -SP.

Ao deixar o Seminário, lecionou Inglês e Latim no ginásio Estadual de Macaubal - SP, durante um ano.

Em seguida, foi trabalhar como Assistente Disciplinar na Escola da Companhia Antártica.

Em 1961, mudou-se para o Estado do Paraná, fixando residência no Património de Kaloré, onde foi o precursor do desenvolvimento intelectual daquela localidade, fundando mais tarde, o Ginásio Abraham Lincoln.

Com a emancipação do Município, elegeu-se vereador.

É de sua autoria o Projeto de Lei que criou a Bandeira de Kaloré.

Foi também o fundador da Escola Normal, pela CNT, no Município.

Em 1964, casou-se com Laudi Laurinda Impoceto de Sá, filha de Armando Impoceto e Aparecida Alves de Morais Impoceto, pioneiros fundadores do Património de Kaloré.

O casal, Braz e Laudi, teve dois filhos, Armando Aparecido Impoceto de Sá e Rita Aparecida Impoceto de Sá.

De 1968 a 1972, fez o curso de Letras Anglo-Portuguesas, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Jandaia do Sul - PR.

Em 1973, mudou-se, com a família, para a cidade de Rio Claro - SP, onde lecionou Português, no Ginásio Irineu Penteado, e Inglês no Colégio Estadual de Limeira - SP.

Durante essa temporada, viajava, aos sábados, para Ribeirão Preto -SP, onde concluiu o Curso de Pós-Graduação em Literatura Portuguesa, ministrado pelo Professor Dr. Massaud Moisés, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Barão de Mauá.

Em 1974, mudou-se para Apucarana - PR.

Lecionou Português e Inglês nos colégios: Nilo Cairo, Padre José de Anchieta, Pestalozzi e Izidoro Luiz Cerávolo.

No Curso Superior, foi Professor de Língua e Literatura Portuguesa na Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras de Apucarana e Instituto Filosófico da Diocese de Apucarana (IFA).

Possui a aprovação do Parecer N° 5.256/75, da Comissão Especial de Currículos da Área de Ciências Humanas do Conselho Federal de Educação, para as Disciplinas de Língua e Literatura Portuguesas.

Participou do V Congresso Internacional de Literatura, de 20 a 24 de julho de 1987, sobre Camões, organizado pelo Centro de Estudos Portugueses da USP (Universidade de São Paulo), UMCAMP (Universidade de Campinas) e Universidade de Coimbra - Portugal.

Recebeu o Título de Doutor e Membro Benemérito "AD HONOREM", do Centro Cultural, Literário e Artístico de Felgueiras -Portugal.

Palestrante, colaborador nos Movimentos Religiosos da Diocese.

É Membro Titular Fundador da Academia de Letras, Artes e Ciências Centro-Norte do Paraná, ocupando a Cadeira n° 05 que tem como Patrono o escritor Alceu Amoroso Lima - Tristão de Athayde.

Autor dos Livros: "Tem Mulher no Pedaço", "Vale do Ivaí", "Horizonte Finito" (contos), e "Lembranças"; da Tese "Fernando Pessoa na Filosofia e na Psicologia"; dos contos "Festa no Reino", "Na Esquina do Destino", "Último Adeus", "Vítima da Infidelidade", "Na Rodoviária", "Frustração", "Amor e Destino", "Solipso", "Enigma" e "Suzete".

Foi Presidente da A. P. P. Sindicato (Associação dos Professores do Paraná), Núcleo de Apucarana - PR.

Cadeira Número 06

Patrono Antônio GONÇALVES DIAS

     Poeta romântico brasileiro (nascido em Caxias no Maranhão em 1823 e morto em Guimarães no mesmo estado no ano de 1864) cultivou o teatro, a história, a etnografia e os estudos lingüísticos. Mas foi como poeta lírico e, sobretudo, criador da imagem romântica e épica do índio brasileiro que se consagrou verdadeiro intérprete do sentimento nacional. Entre suas obras se destacam: Primeiros cantos; D. Leonor de Mendonça; Segundos cantos; Últimos cantos; Os timbiras; Dicionário da língua Tupi; Vocabulário da língua geral usada no alto amazonas; O Brasil e a Oceania. É o patrono da cadeira n°15 da Academia Brasileira de Letras.
Descendente de três raças, pois era filho de português e cafuza (mes­tiça de negro e índio). Gonçalves Dias transmite em sua obra a marca dessa origem.
Estudou na Europa, na Coimbra, onde concluiu o curso de humanida­des e se diplomou em Direito.
O indionismo é nota marcante em sua obra e, embora não tenha sido ele o introdutor desse tema na poesia brasileira é considerado o maior autor indianista do Brasil.
Os Timbiras, poema incompleto em versos brancos teve parte que foi perdida no Naufrágio do navio Ville Boulogne que levou à morte o poeta quando voltava da Europa.





Acadêmico ATUAL - VAGO
 




Primeiro Acadêmico Celso Paulo Da Costa

Cadeira Número 07

Patrono José Bento MONTEIRO LOBATO
Escritor, romancista, contista e jornalista brasileiro. Criador da Litera­tura Infantil no Brasil! Editou seu primeiro livro de contos em 1918-Urupês - com grande sucesso. Estreou em 1921 na Literatura Infantil com A Meni­na do Narizinho Arrebitado. Escreveu em seguida histórias conhecidas com O Saci, O Marquês de Rabicó, Zeca Tatuzinho, com milhões de exemplares vendidos.
 Em 1931 volta ao Brasil após algum tempo em New York e, preocupado com o problema do petróleo, funda a Cia Petróleo do Brasil e em 1936 expõe em "O Escândalo do Petróleo", todas as suas idéias sobre o tema. De 1937 a 1939 escreve o Pica Pau Amarelo, O Minotauro, Histórias da Tia Nastácia, Memórias da Emília, entre outros. Em 1941, esteve preso por haver endereçado a Getúlio Vargas uma crítica à política brasileira do petróleo. Em 1946, fez a revisão das suas obras completas publicadas pela Ed. Brasiliense em 13 volumes. Ocupava a ca­deira 39 como membro titular da Academia Paulista de Letras, na vaga de Pedro Toledo e tinha como Patrono Gabriel Rodrigues dos Santos.
Além da Literatura Infantil de sua autoria, merece menção o notável trabalho de tradução e adaptação para crianças de clássicos como Dom Quixote, Guliver, Robinson Crusoé e outros.


Acadêmico ATUAL - Thadeus Palka


Nome: THADEUS PALKA, brasileiro, casado, advogado, nascido na cidade de Itararé (SP), no dia 16 de fevereiro de 1936, reside na cidade de Apucarana (Pr).

Cônjuge:    MACILDA OLAK PALKA, brasileira, casada, aposentada, nascida na cidade de Arapongas (PR).

Filiação: João Palka e Cecília Palka são poloneses nascidos respectivamente nas cidades de Cracóvia e Varsóvia; ambos falecidos.

Filhos: Débora Regina Fontanini Palka, brasileira, advogada, casada com Cláudio Fernando de Almeida Mareze e é mãe de Isadora, com 5 anos.

Marcelo Tadeu Fontanini Palka, brasileiro, casado com Andréia Carolina da Silva, médico urologista, com consultório na cidade de Cianorte (PR); pais de Bárbara Vitória e Mariana Beatriz.

Paulo Henrique Fontanini Palka, brasileiro, solteiro, cirurgião-dentista (com especialidade em ortodontia e implantes), com consultório na cidade de Toledo (Pr).

Outras informações:

         De Itararé (SP), por volta de 1938, meus pais mudaram-se para Joaquim Távora (PR), onde exploravam agricultura e comércio e em 1944 vieram morar em Apucarana (Pr), como comerciantes. Nesta altura tinha cerca 8 anos.

         Tenho três cursos universitários sendo de Economia, Administração de Empresas e de Direito, pela FECEA de Apucarana (Pr) os dois primeiros cursos e o terceiro pela UEL- de Londrina (Pr); também completei o curso de contabilidade pela então Escola Técnica do Comércio de Apucarana (Pr), hoje Colégio Estadual “Izidoro Luiz Cerávolo”, de saudosa memória.

         Iniciei a trabalhar com 12 anos, primeiramente como bicicleteiro na empresa de propriedade do Sr. Miguel Lopes (falecido), localizada na Rua Ponta Grossa, em Apucarana (Pr), por 4 anos, daí fui trabalhar no Escritório Comercial “Paratodos”, do Sr. Máximo Leone Giavarina (falecido), localizado na Avenida Curitiba, onde hoje é o Edifício Santa Maria, em frente ao ex-Cine Fênix, ficando por 8 anos; depois fiz o concurso para ingressar no Banco do Brasil, em 1956 e fui aprovado.

         Por 7 anos lecionei na Escola Técnica do Comércio de Comércio, hoje Colégio Estadual “Izidoro Luiz Cerávolo”, ministrando aulas de Contabilidade Bancária, à noite e depois lecionei 11 anos, à noite, na FECEA-Apucarana (Pr), ministrando aulas de Teoria Geral de Administração e Direito Comercial Aplicado.

         Sou aposentado do Banco do Brasil onde trabalhei por 30 anos; iniciei minha carreira bancária em 27 de maio de 1957 e me aposentei em 29 de agosto de 1987. Iniciei meu trabalho como bancário em Apucarana (Pr), exercendo diversas funções administrativas; fui nomeado como Gerente na cidade de Paranacity (Pr), de 1968 a 1971, em Bela Vista do Paraíso (PR) de 1971 a 1975, em Mandaguari (PR) de 1975 a 1979, de novo em Apucarana (Prr), de 1979 a 1986 e, por fim, em Londrina somente no ano de 1987.

         Semanalmente, são publicadas crônicas no jornal diário da cidade “Tribuna do Norte”, com circulação em várias cidades da região, com assuntos variados, versando sobre economia, administração, direito, política, comportamento, meio ambiente, religião e etc. e quem sabe com esses trabalhos possa um dia editar em livro para realizar um de meus últimos sonhos.






Primeira Acadêmica Elaine Miquelin Volante


Nasceu em Apucarana em 14 de setembro de 1976. Escritora de his­tórias infantis e peças infanto-juvenis. Coordenadora do Grupo de Artes para Evangelizar desde sua criação em 1996, trabalha no desenvolvimento de crianças e adolescentes pela arte de escrever, adaptar e interpretar.
Participa de várias atividades sociais e eclesiais, dentre elas, integran­te da equipe Diocesana de Canto e Expressão Corporal.
Escreveu as peças de teatro "Quinta-Feira Santa” (Partilha)..., "Cam­panha da Fraternidade - 1999", "Dia dos Pais - Filho Adotivo", "Pai... Tipos e Tipos", "Dia das Crianças", "Dia do Catequista", "Natal - 98 -Jesus Nasce e Liberta!", "Teatro Natal - Dois Mil Anos de Luz", História: "Os Grãos de Trigo de Martinha" e "Juquinha e Seu Anjinho Camarada!"
Participou de diversas Oficinas de Teatros e Expressão Corporal, -Festivais de Poesias e Artes. Trabalha como secretária no Colégio Objeti­vo Mater Dei e é atualmente acadêmica da Administração Pública, na FECEA Faculdade Estadual de Ciências Econômicas de Apucarana.
Reside à Rua Ercilia Maciel, 514 - Fone/fax (43) 422-3488 - CEP:86.809-160 - Apucarana - PR.

Cadeira Número 08

Patrono Antônio Frederico de CASTRO ALVES
Nasceu em Curralinhos (BA), em 14 de março de 1847. Nesta época a escolaridade no Brasil e especialmente na região em que nas­ceu era muito precária.
Seu pai médico. Passando a morar em Salvador, onde frequentou o Colégio Baiano, dos 12 aos 14 anos, começam a aparecer seus ver­sos dentro de métrica e rima, com linguagem evidenciando seu espíri­to social e nacionalista. Aos 16 anos vai para o Recife prestar vesti­bular na Faculdade de Direito, então só existente, além da de São Paulo. Outra faculdade só havia a de medicina na Bahia e Rio de Janeiro. Reprovado por duas vezes por mau conhecimento de Geome­tria, embora já nesta idade tivesse já traduzido do latim, Ovídio e do Inglês, Lord Byron.
Finalmente ingressou na Faculdade e sua vida social e recreativa era o teatro, onde encontra a atriz Eugênia Câmara, mais velha do que ele e se apaixonam.
Em 1866 apresentou o poema "O Século", que anima os profes­sores e a juventude, poema que se reflete no Rio de Janeiro e em São Paulo, de maneira que quando para lá viaja, sua fama já o havia prece­dido. Seus poemas influíram muito no espírito nacional, para encami­nhar a abolição da escravatura.
Contaminado pela tuberculose num tempo onde ainda nada se sa­bia sobre micróbios e de infecções, padece de hemoptises frequentes, que originou o seu poema "Mocidade e Morte".
Romântico e sensual, "Espumas Flutuantes", "Os Escravos", cul­minam com a apoteose de "Navio Negreiro".
Morre na Bahia, sua terra natal, em julho de 1871, entregando vasta obra poética e peça teatral.

Primeiro Acadêmico Fahed Daher


Lutador pelas causas sociais. Um orientador pela dinâmica da família tendo liderado a Escola Nacional de Pais, o Movimento Familiar Cristão, associações de pais e professores, associação de Alcoólicos anônimos, clubes de serviços. 

Na vida acadêmica líder estudantil, orador da turma de formandos em medicina, alem de orador oficial da caravana de médicos em visita a Argentina com exaltações de oratória na Praça de San Martin, em Buenos Aires.


Mestre de Cerimônias e apresentador de diversos bailes de debutantes entregando, sempre a cada adolescente um poema. 

Poeta com 14 (quatorze) livros publicado. Historiador com livro de análise histórica dos períodos governamentais de Getulio Vargas e Juscelino Kubitcheck, penetrando no período do governo militar.  

Cronista com múltiplas crônicas publicadas em diversos jornais do Brasil.
Fundador do Lions Clube de Rolândia. e iniciador da Associação Médica e sociedade amigos de Rolândia. 

Líder político com a presidência do Partido Democrata Cristão. Professor de Biologia na escola técnica de Comércio de Rolândia. Patrono de turmas de formatura em diversas escolas 

 Secretário e posteriormente presidente da Associação Médica Regional de Apucarana.  Co - fundador de Rotary Clube Apucarana Sul.  Na Associação Médica promoveu diversos congressos regionais e simpósios.